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Jornalismo, Cultura Pop e Coca-Cola

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Whatever you do, don’t tell anyone. E esperando veementemente que o SWU confirme a terceira banda de Dave Grohl - a.k.a. a primeira de Josh Homme. :D

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E ele ataca novamente: depois de, junto com Dangermouse no Gnarls Barkley, fazer o hit do ano de uns três anos atrás, a excelente “Crazy”, Cee-Lo Green solta esse soul balançado, alegre e totalmente ensolarado: ”Fuck You”, sobre um cara que foi largado por uma mina que agora namora um ricaço. O melhor verso?

"Eu não posso te comprar uma ferrari
Se ele é um Xbox eu sou um Atari”.

Até agora, não vi nada mais interessante como hit do ano que venha de além do território tupiniquim. “Fuck You” promete, meninos.

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Porque, às vezes, eu me sinto como o the last man standing. Ou, em bom português, o último homem na zaga.

Porque, às vezes, eu me sinto como o the last man standing. Ou, em bom português, o último homem na zaga.

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…não dá pra negar, por exemplo, que muitas bandas de Porto Alegre ainda se unam por fazer o tal “rock de publicitário” - cheio de gracinhas e piadinhas nonsense, com backing vocals e riffs grudentos…

A arte de citar a si mesmo (“Sem Recifes nem Seattles”) só para deixar registrado que hoje foi um dia rock de publicitário. E de quebra, cinco discos do movimento que você não pode deixar de ouvir:

  • Outubro Ou Nada, Bidê ou Balde
  • Chapinhas de Ouro, Graforréia Xilarmônica
  • Wonkavision, Wonkavision
  • Se Sexo é o que Importa, só o Rock é sobre Amor, Bidê ou Balde
  • Registro Sonoro Oficial, Video Hits

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Pra começar a semana bem, só se for ao som de uma porrada dessas. The Runaways entra em cartaz em breve - e vale a pena. Mas Dakota Fanning ainda tem cara de bebê, apesar do espartilho e do salto alto.

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5 Plays
Glasvegas
Daddy's Gone

Sábado, três da manhã e um bocado de frio.

Não que a vida esteja absurdamente ruim, mas também não está absurdamente boa. Regular, por assim dizer. E isso me faz pensar em mediocridade, em viver a vida inteira sentado no sofá.

Ocasião perfeita pra relembrar “Daddy’s Gone”, da banda escocesa Glasvegas. Porque a imagem abaixo é o suficiente pra me fazer tentar ir além. (E talvez música seja sobre isso).

"I won’t be the lonely one
Sittin’ on my own and sad
A fifty year old reminiscing what I had”.

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Marisamontezices

Toda vez que surge uma cantora nova brasileira, querendo ser a nova diva, eu sempre olho com desconfiança. Porque normalmente elas estão tentando ser a nova Elis Regina, a nova Gal, a nova Bethânia. E isso não funciona.

A Marisa Monte é o melhor caso disso. No começo da carreira, ela tinha um repertório bacana, inovador, misturando Cartola, Velvet Underground, Tim Maia e Luiz Gonzaga sem soar indigesto. E até conseguia dar a pinta de ser bonitona. Depois começou a ficar mais chata, querer ser compositora, até descambar nos Tribalistas e naquela bobagem de lançar dois discos ao mesmo tempo - os dois, juntos, não dão nem a unha do pé de Mais, Marisa Monte (MM) ou Verde, Anil, Amarelo, Cor de Rosa e Carvão.

E agora me aparece a Nina Becker, já estreando com essa estratégia de dois discos, aparentemente opostos, ao mesmo tempo. Tá me soando a uma marisamontezice das brabas.

(Em tempo: mas às vezes a gente tem gratas surpresas com cantoras novas. É o caso da Tulipa Ruiz, de quem eu ainda vou falar bastante por aqui, e seu disco Efêmera.)

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We hope you enjoy the show…

Olá a todos!

Há algum tempo eu venho procurando algum espaço que pudesse atender à minha desenfreada mania de recomendar discos/livros/filmes a cada dez segundos, sem deixar de lado uma esfera mais pessoal e de vez em quando publicar algum texto mais jornalístico, como uma resenha ou uma reportagem aleatória. Foi então que apareceu a lampadinha em cima da cabeça e decidi finalmente investir num tumblr.

Não sei se isso vai durar, nem sei se vai dar tão certo assim, se eu vou enjoar ou etc. Mas por enquanto, como na mágica e misteriosa turnê, we hope you enjoy the show.

Enfim, vamos ver o que acontece.

Um abraço!